Irônico sobre pênalti, Abel vê Arias como ‘contratação de presidente’ e ‘incerteza’ na volta de Paulinho

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“Sabíamos que seria um jogo difícil. Sempre é difícil jogar aqui em Itaquera, que tem um gramado diferente de todos do Brasil. Nós sabemos disso. Fizemos um jogo difícil para os dois lados, mas acho que prevaleceu a eficácia. O jogo foi rolando, e acho que ficamos melhores. No segundo tempo, tivemos uma chance clara com Luighi, cara a cara com o goleiro… Com um pouco mais de maturidade, que ele vai ganhar com o tempo, certamente, e com a oportunidade de continuar a jogar na nossa equipe. Acho que foi uma vitória difícil, contra um adversário difícil, mas competimos como o Palmeiras exige.”

Sobre Arias, Abel definiu a chegada como “contratação de presidente”, valorizando o peso do reforço – mas, por outro lado, ponderou que ainda espera ter o jogador em campo para celebrar.

“Os jogadores são reforços quando começam a jogar. Enquanto eu não ver jogar, é esperar que nos ajudem em campo. Até aí, se o clube o anunciou (Arias), é ótimo, porque realmente precisávamos de mais soluções. Sei que o clube está fazendo um esforço muito grande para ir atrás dessas contratações. Quando falamos de jogadores deste nível, é contratação de presidente. Contratação de scout, (Anderson) Barros e treinador, é o López, Murilo… Jogadores como Vitor Roque, Andreas, Arias, é de presidente. Mas eu quero vê-los disponíveis e jogando dentro de campo. Aí, sim, falamos em reforços.”

A arbitragem também foi tema da entrevista coletiva, com Abel ironizando a marcação de Raphael Claus de pênalti no primeiro tempo, após Gustavo Henrique ser atingido dentro da área por Carlos Miguel. Ele recordou um lance acontecido no clássico contra o Santos, em que foi o Palmeiras que reclamou de pênalti. “Eu não vi… Está falando de qual? Tinha visto o da Vila Belmiro… Hoje não vi… Não comento.”

Já sobre sua expulsão, no segundo tempo, por aplaudir ironicamente Claus, Abel admitiu ter ciência que a reação era passível de cartão vermelho.

“Em relação aquilo que foi a expulsão, é verdade, a CBF foi ao Palmeiras e disse que não iria permitir qualquer tipo de contestação. A única coisa que eu fiz, que eu realmente contestei, foi a falta do André, que já tinha feito seis ou sete faltas. Disse ao assistente, na primeira etapa, uma falta no Vitor Roque que o árbitro não dá amarelo. Depois, primeira falta que faz o Maurício, amarelo. Se for igual para as duas equipes, não vou reclamar. Se o critério for diferente, vou. Não sei o que ele vai escrever. Ele estava a quarenta metros, me viu gesticulando, mas eu fui avisado que nem gesticular posso. Ele teve a coragem de me dar amarelo e expulsar. Pelas regras do que nos foi dito, tenho que aceitar.”

Quando Paulinho volta?

Sobre Paulinho, que ainda se recupera da cirurgia que passou na perna direita para corrigir um problema ósseo que o incomodava desde o Atlético-MG, Abel se mostrou em dúvida sobre o retorno.

“Gostaria muito, mas não sei responder isso (quando Paulinho volta). Não tenho informações suficientes para poder responder isso. Todo mundo sabe da qualidade dele, mas desde que foi contratado, contei com ele em um mês. Deu para perceber, em 15 minutos, o que ele pode nos dar. Temos que ter paciência. A vida é isso. Quando aprendemos a entender que a única constante da vida é a incerteza, estamos mais preparados para lidar com o presente e futuro”, desconversou.

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FONTE: ESPN

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